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=== Antes do Mundo ===
'''Primeiros onze dias:''' Firego, um deus envolto das chamas, apareceu certo dia dentro de Pandora. Imponente, ele procura algum planeta para testar seus poderes e governar. Foi aí que ele se apossou de Deron. Então, começou o governo de seu poder, dando vida a pequenas chamas, que nadavam naquele mar de lava.
'''Primeiros onze dias:''' Firego, um deus envolto das chamas, apareceu certo dia dentro de Pandora. Imponente, ele procura algum planeta para testar seus poderes e governar. Foi aí que ele se apossou de Deron. Então, começou o governo de seu poder, dando vida a pequenas chamas, que nadavam naquele mar de lava.


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'''Dias de 54 até 999:''' Esse foi o tempo necessário para que o planeta fosse habitado por lava, destruição, criaturas sedentas por fogo, e a desejo de seu pai, Firego colocou entre eles outras criaturas que fossem rivais, claro que também construídas com fogo, e o espírito maléfico que Firego tinha era cada vez mais sustentado pelo governo impiedoso de seu império.
'''Dias de 54 até 999:''' Esse foi o tempo necessário para que o planeta fosse habitado por lava, destruição, criaturas sedentas por fogo, e a desejo de seu pai, Firego colocou entre eles outras criaturas que fossem rivais, claro que também construídas com fogo, e o espírito maléfico que Firego tinha era cada vez mais sustentado pelo governo impiedoso de seu império.


== Composição dos Mundos ==
'''Primeiro Milênio:''' No ápice do poder, Firego encontra algo que talvez não imaginava que poderia encontrar nesse universo. Chega até seu trono de chamas uma linda jovem, com pouco mais de 17 anos, olhos negros encantadores e um cabelo negro igualmente. Ela se apresenta como Earra, uma deusa vinda de longe à procura de companhia. Diz ela já ter criado e governado outros planetas, mas que decidiu abandona-los e procurar por algum lugar onde pudesse dividir o poder que tinha com mais alguém. Ao primeiro instante, Firego até pensou em recusar, mas á medida que aquela jovem falava, parecia cada vez mais seduzi-lo, e não bastou mais que cinco minutos para que Firego mudasse de idéia e então, juntos começaram a governar o planeta, e Earra começou a mostrar seu poder unindo terra ao fogo. Foram criados vulcões, terras ardentes, e parecia já haver uma definição mais concreta sobre o que era Fogo e Terra, até mesmo colorindo mais aquela imensidão que antes era só lava.
'''Primeiro Milênio:''' No ápice do poder, Firego encontra algo que talvez não imaginava que poderia encontrar nesse universo. Chega até seu trono de chamas uma linda jovem, com pouco mais de 17 anos, olhos negros encantadores e um cabelo negro igualmente. Ela se apresenta como Earra, uma deusa vinda de longe à procura de companhia. Diz ela já ter criado e governado outros planetas, mas que decidiu abandona-los e procurar por algum lugar onde pudesse dividir o poder que tinha com mais alguém. Ao primeiro instante, Firego até pensou em recusar, mas á medida que aquela jovem falava, parecia cada vez mais seduzi-lo, e não bastou mais que cinco minutos para que Firego mudasse de idéia e então, juntos começaram a governar o planeta, e Earra começou a mostrar seu poder unindo terra ao fogo. Foram criados vulcões, terras ardentes, e parecia já haver uma definição mais concreta sobre o que era Fogo e Terra, até mesmo colorindo mais aquela imensidão que antes era só lava.



Edição atual tal como às 22h14min de 9 de junho de 2025

Antes do Mundo

Primeiros onze dias: Firego, um deus envolto das chamas, apareceu certo dia dentro de Pandora. Imponente, ele procura algum planeta para testar seus poderes e governar. Foi aí que ele se apossou de Deron. Então, começou o governo de seu poder, dando vida a pequenas chamas, que nadavam naquele mar de lava.

Dias de 12 até 53: O poder que Firego possuía era sem dúvidas o maior que poderia existir, claro, isso no que diz respeito ao fogo. Depois que aquelas pequenas chamas com vida podiam pensar e agir por conta própria, Firego lhes deu permissão para explorar o mundo e viver como achassem mais dignamente. Logo depois, aquelas “chamas vivas” ganharam irmãos, que possuíam mais força, e com a criatividade de Firego, novas criaturas das chamas começaram a surgir, e mundo ficava cada vez mais populoso.

Dias de 54 até 999: Esse foi o tempo necessário para que o planeta fosse habitado por lava, destruição, criaturas sedentas por fogo, e a desejo de seu pai, Firego colocou entre eles outras criaturas que fossem rivais, claro que também construídas com fogo, e o espírito maléfico que Firego tinha era cada vez mais sustentado pelo governo impiedoso de seu império.

Composição dos Mundos

Primeiro Milênio: No ápice do poder, Firego encontra algo que talvez não imaginava que poderia encontrar nesse universo. Chega até seu trono de chamas uma linda jovem, com pouco mais de 17 anos, olhos negros encantadores e um cabelo negro igualmente. Ela se apresenta como Earra, uma deusa vinda de longe à procura de companhia. Diz ela já ter criado e governado outros planetas, mas que decidiu abandona-los e procurar por algum lugar onde pudesse dividir o poder que tinha com mais alguém. Ao primeiro instante, Firego até pensou em recusar, mas á medida que aquela jovem falava, parecia cada vez mais seduzi-lo, e não bastou mais que cinco minutos para que Firego mudasse de idéia e então, juntos começaram a governar o planeta, e Earra começou a mostrar seu poder unindo terra ao fogo. Foram criados vulcões, terras ardentes, e parecia já haver uma definição mais concreta sobre o que era Fogo e Terra, até mesmo colorindo mais aquela imensidão que antes era só lava.

Segundo Milênio: Earra demasiou seu poder sobre aquele planeta, reduzindo o fogo que ali existia e prendendo a lava dentro de montanhas e pouco tempo antes da chegada do Segundo Milênio, o fogo parecia estar extinguindo, e Firego nem se deu conta disso – assim como suas criaturas, ele não tinha tanta inteligência – mas, acordado por uma visão que teve em um de seus sonhos, Firego descobriu o que Earra realmente queria, e decidiu punir a traição que lhe fora feita, confrontando suas bolas de fogo contra gigantescos répteis de terra. Firego ao norte e Earra ao sul mandavam todos seus poderes, em um confronto mortal, onde dali, somente um poderia sobreviver. Dias depois de intenso duelo, nenhum dos dois deuses estavam em desvantagem, e era inútil continuar aquela batalha, mas, a força de Firego estava se tornando maior, e ele revidou a situação atual. Earra apelou novamente para sua sedução, que era o que ela mais tinha de valioso, e apesar de não conseguir a confiança de Firego novamente, ela conseguiu piedade e teoricamente o fim do duelo. Teoricamente porque fogo e terra dividiam seus espaços em confronto. Cada divindade multiplicou suas criaturas e formaram fortalezas e exércitos para uma proteção maior.

Terceiro Milênio: A rivalidade permanecia entre o reinado; era o fogo tentando ficar sobre a terra e a terra sobre o fogo, debaixo daqueles céus negros e pouco estrelados. Certa vez, algo surpreendeu o palco daquela guerra, com a chega de um casal até aquele planeta confrontante. O casal era formado por Áter e Arind, duas divindades, que regiam poder sobre água e ar, respectivamente. Firego sentiu raiva do casal, e mesmo perdendo continuou a confrontar seus exércitos sobre a terra. Mas, Earra pensava diferente e tentou fazer a amizade do jovem casal. Novamente, usou de sua implacável carisma sobre ambos, seduzindo Arind, e fazendo Áter ajudar ela naquela guerra. Com a união dos três deuses, Firego não podia mais vencer. Certamente de nada adiantou sua imensa força e destreza perante a inteligência e força de vontade que os outros tinham. Ainda no inicio do terceiro milênio, Áter acabou com o deus do fogo, com a grande proeza que tinha em dominar a água. Firego perdeu a luta, e desapareceu para sempre, ficando preso no centro da terra, envolvido por água e terra. Earra agradeceu a ajuda, e como “recompensa” disse que poderiam ambos juntos a ela a governarem aquele planeta, e imediatamente, o casal aceitou a proposta – uma vez que era isso que eles procuravam.

Quarto Milênio: Levou muito tempo para poder extinguir o resto das criaturas de fogo que ainda reinavam, e começar a moldar aquele planeta ao gosto do trio. Ainda existiam vulcões, que permaneciam em “descanso” e uma vez ou outra, um dos vulcões entrava em erupção, apesar de que não durava muito tempo. Água e Ar, assim como seus donos, formavam um casal perfeito, deixando a água saudável e pura. Visto pelo longe, o planeta estava até mesmo com uma aparência melhor. Tons de cores contrastando – marrom e azul pareciam ser duas damas artesãs que moldavam os caminhos com determinação e suavidade em cada curva. O tempo fora passando, e ao fim do Quarto Milênio, o planeta estava com outra aparência – muito melhor, é claro.

Quinto Milênio: Em grande harmonia, esses foram os tempos melhores e mais pacatos na vida celestial. Os gigantescos Répteis de Earra ganharam habilidades de vôo – o que chamam de dragões – e da água, peixes, sereias e tritões brigavam naturalmente por continuidade a espécie, e pássaros e aves gigantes voavam pelos reinos com a habilidade mágica de Arind. Estava se formando o primeiro ciclo de vida e de governo dos Deuses, cada ser com sua própria inteligência e características próprias, que aprendiam e aperfeiçoavam a maneira de governar com seus erros e acertos.

Sexto Milênio: Foram mais de mil anos que tudo estava calmo e tranqüilo entre os três deuses que governavam o planeta. Mas, nada é eterno – nem mesmo a vida de um Deus. – e Áter estava envelhecendo, seus cabelos ficavam brancos, e rugas começaram a surgem marcando os traços da velhice. Esse mal refletiu sobre suas criações, e os rios e mares começaram a secar, e em conseqüência, peixes estavam morrendo, e as coisas estavam começando a ficar mortas, pelo menos no que diz respeito à água e seu controle. Com os rios secos, a terra começava a ficar mais quente, e logo depois, Earra decidiu esperar que Áter morre-se, para que assim pudesse governar tudo sozinha, derrotando Arind com o poder da terra em um ataque surpresa.

Já fazia mais de meia era do sexto milênio, aproximadamente cinco séculos depois da morte de Áter, que os vulcões estavam ganhando mais força e começaram a despertar em fúria, e o fogo começa a tomar conta da situação novamente, Firego estava renascendo, e com muita ira de todos, por estarem governando um planeta que por direito, inicialmente era dele. Arind estava perdendo aquela batalha, sendo sufocado sobre terra e mais terra, assim, suas criaturas estavam morrendo, e o confronto seria entre Earra e Firego, onde tamanho poder era muito disputado. Então, como o último suspiro antes de Arind, o deus do ar morrer, ele decide, através de seu dom de controle fazer com que todas as criaturas precisem do ar para sobreviver, e isso lhe deu muita energia para ressuscitar, e fazer imediatamente que todos os dragões, monstros de chamas, de barro e todas as criaturas que não tinham pulmões morressem.

E toda essa perca de criaturas, com certeza o maior massacre que poderia existir, só reduziu os exércitos de todos os deus a zero. Mas, Earra não se importa, pois ela ainda tinha muito mais poder que o ar, e o fogo já não lhe fazia mal. Ela era a mais poderosa entre todos. Porém, aconteceu algo que ninguém poderia imaginar. A água que já pouco havia, conseguiu rejuvenescer com o ar, e Áter volta a vida, jovem e tão poderosa quanto antes, e muito agradecida a todo ar, que era capaz de rejuvenesce-la e ela nem sabia. O deus do Ar e a dama da água venceram. Firego não teve outra alternativa se não continuar preso e esperando outra oportunidade, e junto ao fogo, terra, e junto a terra, a água e junto à água, o ar. Earra não poderia vencer, e era inteligente de mais para provocar um duelo com os outro Deuses naquela situação em que estava, e a única coisa que fez, foi usar de sua faculdade de reprodução para se tornar maior, e logo, ela consegue crescer a ponto de que terra aparecesse na superfície do planeta (a primeira ilha que surge), e imediatamente, ela cria os halflings, pequenas criaturas que pareciam ser crianças, feitas da terra, já adaptada para respirar o ar que fora imposto como meio de sobrevivência universal. Áter e Arind tiveram dó de matar aquela raça tão carismática (assim como a deusa deles). E o império de Earra foi crescendo, mas os outros deuses não eram burros, e Arind sabia que se fosse preciso, ele poderia cessar sua doação de ar para com todos e assim, extinguiria Earra para sempre, por isso, deu mais uma chance para Earra.

Sétimo Milênio: Novamente estava havendo uma era de paz para todos novamente. Ao longo da história, quando o mundo estava divido entre terra e água e dominado pelos halflings, começam a surgir algumas criaturas diferentes, caladas e sem comunicação aparente, e muito diferentes entre si, dita como animais, onde nenhum deus assumiu a criação deles, e logo, tornou-se um mistério. Mas o que realmente importa, é que através dos erros que durante muitos anos foram sendo cometidos, parece que finalmente os deuses entraram em um acordo, utilizando o que cada um sabe fazer de melhor e juntos, governarem o mundo. Assim, cada deus criou mais criaturas e diversas criaturas, mas apenas para habitar o mundo e não mais como uma intenção de guerra. Posteriormente, no final do milênio, Earra criou os humanos, com grande inteligência e espírito de evolução. E uma nova era de harmonia surgiu, aparentemente para todo o sempre.