CaoS

De Aerdotes
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Char do Alexandre

1,85cm, Loiro, Sobretudo Preto, Coturno, Calça Jeans Rasgado.

Estava camuflado como um doente na porta do hospital esperando Pedro e Maurício, que chegaram numa Kombi velha e ficaram admirado por ele ter sobrevivido a uma queda de cinco andares. O segredo de ter sobrevivido, como ele contou ao Pedro e Maurício, é porque acabou encontrando uma espécie de constructo metálico, similar a uma mochila, que acabou se alojando em sua coluna e dando alguns poderes estranhos.

Pouco se sabe sobre essa “mochila”, a não ser que foi encontrada depois de uma perseguição entre um carro militar de uma grande corporação e ladrões resultar em destroços.

Voltou pra casa com seus familiares, e um tempo depois começou a notar que estava sendo observado pelo prédio da frente. Inclusive usaram uma máquina com a aparência de seu irmão de 8 anos para lhe atacar. Também tentaram envenenar sua comida. Sabendo que nada mais ali era seguro, ele chamou novamente Pedro, Maurício e Thaís.

No meio tempo enquanto esperava pelos amigos, encontrou seu irmão real amarrado debaixo da cama, e quase não teve tempo de deixá-lo ao cuidado dos vizinhos, porque três sujeitos agora o perseguiam. Sua saída foi tentar se esconder em algum outro apartamento aleatório de uma senhora.

Thaís já conseguiu ajudar informando que haviam mais sujeitos cercando o prédio, e por tanto fugir se tornou a única opção. Essa fuga acabou alertando a corporação, e uma perseguição acontece. Dentre os novos poderes, a tentativa de usar a singularidade para atacá-los resulta em falha, pois era como se aquela corporação já conhecesse muito bem aquela tecnologia.

Numa saída desesperada, Pedro arremessa o banco da Kombi no caminhão que os perseguia, e após essa explosão era hora de se reorganizar novamente e entender tudo aquilo que ocorria. Dessa forma, agora estavam seguindo as coordenadas de um chip.

Indo para a área do deserto, numa zona mais escura, só param em um posto de gasolina abandonado depois de sentirem que já não estão mais sendo seguidos. O problema é que estavam seguindo as coordenadas de um chip que havia sido roubado pelo Maurício, e então parecia óbvio que aquele chip escondia algum tipo de rastreador. Thaís investiga o chip mas não encontra nenhum rastreador, mas descobre que o celular havia sido mexido, provavelmente pelo irmão falso. Se livram do celular arremessando para o deserto, e isso é um problema a menos, mas ainda tinham algo mais urgente para investigar, que era aquela estranha mochila presa na espinha dorsal.

Seguem a pé alguns quarteirões enquanto deixam a Kombi estacionada em um local seguro ali próximo. Caminham por um tempo até encontrarem um cara extremamente gordo (Otho?), cibernético que fará uma análise eletrônica do chip. Durante essa análise, escutam de repente um "Como raios eu consegui fazer isso?", e veem uma mulher no segundo andar tentando fugir. Imediatamente, o poder da singularidade é usado naquela direção, e em seguida, usado um poder para puxá-la. Agora, ela se tornou uma refém.

Char da Sabrina

Uma Jinx mais suja, com cabelo preto e uma calça velha meio rasgada. Possui um coturno com uns leds quebrados que não funcionam mais. No rosto existe um furo com alguma coisa prateada cravada, vestígio claro de algum tiro. Topete gótico estilo anos 80 e maquiagem borrada. Uma blusa formada de faixas com uma jaqueta por cima.

Estava numa casa cuidando de projetos, desmontando pistolas e intrigada com uma esfera metálica que não possuía botões ou forma de controle. Aos arredores de sua casa, ela acaba encontrando um compartimento secreto, uma espécie de sala escondida similar a anterior, mas num formato de domo de ferro no teto com alguma luz vermelha piscando. Era como se houvessem outros esconderijos e locais na casa, mas aquele em específico era o verdadeiro - ou pelo menos o mais importante dentre todos os outros locais.

Ela e o Giro cogitam entrar nesse lugar, tomando cuidado de que aquela luz poderia estar ativando algum tipo de alarme ou proteção. Não sabiam exatamente como desativar aquele tipo de vigilância, embora a solução mais óbvia fosse tentar cortar a energia de alguma forma. Enquanto isso, avistam um cara extremamente grande caminhando, nenhum pouco furtivo, com barulhos hidráulicos e mecânicos enquanto caminhava, arriscando alguma coisa cibernética consigo.

Esse cara grotesco fica parado próximo, enquanto pela janela é possível ver quatro pessoas andando pela rua. Ela sentindo que as coisas estavam ficam perigosas, decide sair dali pela porta externa do prédio, em um salto absolutamente perfeito. Seria o salto mais furtivo do mundo, se não fosse a exclamação de que "Como raios eu consegui fazer isso?". Que dito de forma alta chama atenção daquele grupo de pessoas que estavam na rua. Uma dessas pessoas aponta o dedo para o cima criando para manipular o poder de singularidade que visou atingi-los.

A tentativa é fugir pela escadaria de incêndio ao lado de fora do prédio, mas uma das pessoas da rua tenta usar de seu poder para puxá-la, e assim fazê-la de refém.

Char do Ricardo

Pouco mais de 1,80cm, magro com um boné. Roupas de algum funcionário com um jaleco razoavelmente limpo e camisas e calças triviais.

Leon foi criado até seus dez anos em um orfanato onde aprendeu todo o conhecimento teórico sobre programação, armas e combate. Aos dez anos ele foi transferido para uma prisão em Avalon, e a única alegação que ouviu foi que oferecia um risco para a sociedade. Ficou na prisão até completar 20 anos, quando recebeu um estranho telegrama falando de sua ligação com algum parentesco rico e influente de Avalon.

Esse telegrama pode ter chamado mais atenção do que Leon imaginaria, já que foi atacado quando tomava banho, e o clima dentro da prisão pareceu se tornar mais opressivo. Esse ataque durante o banho o fez parar na enfermaria, e lá tentou fazer alguma amizade com outros presos, pois o recebimento do telegrama e aquele ataque colocaram um forte senso de urgência para escapar daquele lugar a todo custo. Os rumores de que sua família em Avalon era rica chamou a atenção de outras pessoas, e uma delas se aproximou contando que estava planejando uma fuga arriscada da prisão há muitos anos, e poderia usar de sua ajuda em troca de uma parte da grana que viria desses parentes ricos em Avalon.

Dois dias depois ocorre um alvoroço, tornando todo o clima da prisão ainda mais opressivo.E esse clima tenso só termina quando novas notícias de que o cara que havia atacado Leon no banho havia sido morto.Junto dessas notícias, havia o forte rumor de que foi alguém de fora que pode ter influenciado nesse ataque, fazendo que houvessem ainda mais certezas de que minha história relacionada a uma grande herança familiar fossem verdadeiras.

No dia da fuga, haviam apenas três. Um cara grande, gordo e careca e um outro magrelo. Seguimos pela sala de máquinas até encontrarmos um área de drenagem gradeada que levaria para uma área de escoamento da prisão; o problema é que essa movimentação não havia sido passada desapercebida e isso chamou a atenção de outro guardas que vieram para impedir essa fuga, e realmente teriam conseguido, pois não havia nada para ajudar.

O que acabou se revelando de grande ajuda nesse momento, foi uma estranha cabeça de palhaço, apelidada carinhosamente de Baka-Gun, que era uma cabeça misteriosa que tinha vida própria e habilidades hipotéticas de se transformar em vários tipos de armas diferentes. Essa cabeça que sempre se demonstrou ser um boneco comum aos olhos das outras pessoas faziam com que me vissem como uma pessoa com problemas mentais. Mas naquele momento, ela se transforma em uma espécie de Arco de energia e uma flecha de energia atinge o gradeado, liberando finalmente uma saída para os três. A área abaixo daria acesso ao sistema de esgotos da cidade, por onde caminham por algumas horas até encontrarem uma porta que levaria para alguma pequena sala de controle. Descansam um pouco e depois sobrem uma escadaria após essa porta, encontrando corredores e em um dos corredores uma possível saída que daria para um bueiro. Mas como seria arriscado todos saírem ao mesmo tempo, voltam para uma sala que possuía algumas câmeras de segurança, um jaleco pertencente à um funcionário chamado Jery, roupas e boné. Só eu decido sair dali enquanto os outros dois me aguardam nessa sala.

Outras Anotações

Equipamentos Anão Galvan

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[x1] Arpia (Arpão com Corrente) 10m 1d10+2 Fr3d6 Puxo

[x1] Arpão de Caça + 10 dardos 1d6+2

[x1] Adaga 1d3+1

[x1] Armadura de Escamas 100/100 IP 10 -Dex -Agi

[x1] Cabaça de Água 5/5 1d6 Stam

[x3] Ração Média 3/3 1d12+2 Stam

[x3] Ração Animais Herbívoros 2d10+5 Stam

[x3] Ração Animais Carnívoros 2d10+5 Stam

[x1] Jarro de Álcool 5/5 1d12+4 Stam (Ingrediente)

[x1] Mochila 0/10

[x1] Kit Sobrevivência 5/5

[x4] Manga Vermelha (pode inflamar, humanos passam mal se comerem)

[x1] Carvão 3/3

[x1] Tacape de Osso 1d10+2

[x1] Adaga de Costela 1d6

[x1] Adaga Enferrujada 1d6+6 (quebra no primeiro uso, mas causa doença)

[x2] Poções com Líquido amarronzado

[x1] Punhado de Ervas Amarelas (fragância doce)

[x1] Lampião de Óleo (aquelas que lembram uma lâmpada do Aladdin) ⅓

Equipamentos Pyron Arno

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[x1] Arco 1d6+2

[x27] Flechas

[x1] Roupas Comuns 30/30 IP 0

[x1] Par de Luvas 30/30 IP1 + dex

[x1] Botas de Trabalho 60/60 IP3 +agi

[x1] Ração Simples 1d6 Stam

[x1] Kit Bandagens 3/3 (-sangramento)

[x1] Mochila 0/10

[x2] Antídotos Mundanos

[x1] Cabaça de Água 5/5

Equipamentos Pyron Roguen

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[x1] Adaga Simples 30/30 1d3+1

[x1] Roupas Comuns 30/30 IP 0

[x1] Par de Luvas 30/30 IP1 + dex

[x1] Botas de Trabalho 60/60 IP3 +agi

[x1] Ração Simples 1d6 Stam

[x2] Ração Média 1d12+2 Stam

[x1] Kit Bandagens 3/3 (-sangramento)

[x1] Mochila 0/10